domingo, 8 de março de 2015

"E uma das coisas que eu aprendi sobre fantasia, na minha vida, é que pode ser uma técnica de sobrevivência. Funciona como um mecanismo de fuga, uma maneira de lidar com os problemas que são maiores que você, maiores do que você é capaz de lidar." 
(Ensinando a Viver).

sábado, 7 de março de 2015

"Hoje eu me levantei da cama
Sonhando que você tinha dormido comigo
Hoje desenhei na janela embaçada
Uma cara, sorrindo"

sexta-feira, 6 de março de 2015

A confiança é uma mulher ingrata,
Que te beija, e te abraça, te rouba e te mata.

-Racionais

quinta-feira, 5 de março de 2015

Quando nos dermos conta... o que queríamos ficou lá atrás.
E pode ser que nao tenha mais volta.
E voce vai ter que conviver com isso.
- Letícia Ponttes


quarta-feira, 4 de março de 2015

O mistério das quatro - Parte 18

Estavam as cinco garotas paradas de frente a um prédio de três andares olhando fixamente para ele.

-É só isso?

-Só!

-Porque nunca fizeram sozinhas?

-Caso não tenha percebido, não podemos tocar em ninguém vivo.

-Mas me explica uma coisa Marina... Como o taxista pode ainda estar vivo? Se me disseram que ele tinha trinta anos na época, ele já deveria ter morrido. Ou ele tem 120 anos?

- Quando ele nos afogou a Ana desesperadamente se agarrou ao que podia, e isso foi aos cabelos dele. Ela morreu com um único fio de cabelo dele na mão. Que ficou enroscado em seus dedos.

-E a agua não levou?

-Não. Ele nos tirou da água depois de mortas.

-E como nós te explicamos – Ana continuou – cada fio de cabelo, equivale a cinquenta anos. E com esse fio de cabelo, nós fizemos a poção e colocamos em seu suco para tirar cinquenta anos dele. Entao hoje, ele pensa ter 120 anos, mas em 1935 ele parou de envelhecer, e só voltou a envelhecer normalmente em 1985. Então sua aparência é de 64 anos.

-Que história maluca! E agora vocês querem que eu pegue todo o cabelo dele que sobrou nessa idade, e traga a vocês para fazerem uma nova poção.

-Que dará a ele, muitos e muitos anos de vida.

-Essa é a vingança de vocês? Que besteira!

-Querida... Você não sabe o que é viver pra sempre.

-É com certeza m castigo muito cruel.

-Agora vá Luana! Nós contamos com você!



"Eu vou embora e deixo esse espelho de presente pra você se ver e aprender , que existe algo muito errado em se ver e se ver, só se ver..."

terça-feira, 3 de março de 2015

XERIMBABO (s.m.)


Do tupi:  Animal de estimação.
Lit.  "Minha coisa querida"
“Más influencias nao influenciam boas cabeças.”
"Não tenha medo da morte e sim de uma vida não vivida.
Você não tem que viver para sempre.
Apenas viver.”

(Vivendo na Eternidade)

segunda-feira, 2 de março de 2015

O Mistério das quatro - Parte 17

-Eu não acredito que estou dando corda para tanta baboseira.

Luana andava de um lado para o outro, pensativa. Cada uma das meninas se ocupava com algo enquanto davam tempo para Luana analisar o que havia escutado.

-E seus pais e essa família nessa casa?

-Foi tudo nós que fizemos você ver. Nenhum deles está aqui de verdade. São pessoas que já morreram.

-Então podiam me ver ou não?

-Só se nós quiséssemos. Nós controlamos tudo aqui.

-E porque a rosa mudou de cor?

-Nós precisávamos ir te acostumando com coisas estranhas. Até os mínimos detalhes podem ser úteis.

-Não podíamos simplesmente aparecer na sua casa e dizer: Oi, somos almas vagando pela terra e precisamos da sua ajuda para nos vingar de quem nos matou. – completou Ana

-Espera...então o meu pai...

-Sim!

-Vocês estavam mandando sinais por ele!

-Mas não estava ajudando, vocês tiveram medo e fugiram. Então resolvemos mudar a tática...

-Mas porque eu?

-Não sabemos... Apenas sentimos quem é a pessoa, e vamos atrás. Mas até hoje ninguém nunca nos ajudou. E não podemos obrigar ninguém.

-Vai nos ajudar? –Ana falou chorosa

Luana as encarou, já não tinha mais para onde correr.

-O que preciso fazer?